segunda-feira, 14 de agosto de 2023

Prazo para manifestar interesse na lista do ProUni acaba terça-feira


 O prazo para manifestar interesse em participar da lista de espera para o segundo semestre do Programa Universidade para Todos (ProUni) 2023 está aberto. Os interessados em continuar concorrendo a uma das bolsas integrais e parciais de estudo em cursos de graduação nas instituições privadas de educação superior devem fazer sua manifestação no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior até esta terça-feira (15).  

A lista de espera com o nome dos candidatos participantes será disponibilizada para as instituições de ensino na sexta-feira (18). A classificação dos estudantes é feita de acordo com as opções e notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por modalidade de concorrência, que podem ser de ampla concorrência, ou de políticas afirmativas, como para pessoa com deficiência, autodeclarados indígenas, pardos ou pretos.

Documentos
Entre os dias 21 e 28 de agosto, os candidatos classificados na lista de espera terão que apresentar a documentação para comprovar as informações apresentadas na inscrição. Essa etapa deverá ser feita na própria instituição de ensino, conforme a documentação prevista no edital, para comprovação de formação do ensino médio, pessoa com deficiência e formação para o magistério da educação básica.

O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou 276.566 bolsas para o segundo semestre de 2023. Dessas, 215.530 são integrais e 61.036 são parciais, ou seja, cobrem 50% do valor da mensalidade dos cursos de graduação ou sequenciais de formação específica.

Caçapava escolhe na quinta-feira as soberanas da Festa do Azeite de Oliva 2023

 


O Concurso de escolha 2023 das Soberanas de Caçapava do Sul - 2ª Edição da Festa do Azeite – Berço da Olivicultura do RS, é uma promoção da Prefeitura de Caçapava do Sul com o apoio da Associação de Produtores de Azeite , do IBRAOLIVA e patrocinadores oficiais. 

Estão abertas as votações para Rainha, 1ª Princesa e 2ª Princesa, da II Festa do Azeite de Caçapava do Sul que ocorrerá de 6 a 8 de outubro.

Ao todo, 8 candidatas concorreram na Escolha das Soberanas e foram avaliadas por 5 jurados (especialistas em áreas relacionadas ao concurso das Oliveiras, em moda e beleza, edição de eventos e desfiles de beleza e moda, e especialistas em fotografia, filmagem, edição de vídeo e redes sociais). Três candidatas que obtiveram as maiores notas nos quesitos avaliados foram escolhidas para serem as soberanas, mas, quem decide a Rainha e Princesas é você, basta clicar no link e votar em sua preferida.

Confira quem são as Soberanas e escolha a sua rainha, a mais votada pelo público ganhará a coroa principal, a 2ª mais votada será a 1ª Princesa e a 3ª colocada será a 2ª Princesa. As selecionadas soberanas pelos jurados, em ordem alfabética, são:

Franciele Becker;
Gabriela Machado;
Giovana Lopes.
Link de votação: https://forms.gle/Fb8Dzf22hPQhBBje6

A Organização da Escolha das Soberanas da II Festa do Azeite de Oliva de Caçapava do Sul - Berço da Olivicultura, informa que a votação online encerra no dia  17, às 15h.

 

quinta-feira, 10 de agosto de 2023

Caçapava integra a campanha “ Cabelos de Aço das Brigadianas”

 


No início do mês de março a Brigada Militar lançou a campanha “Cabelos de AÇO das Brigadianas”, ação que visa mobilizar PMs femininas e voluntárias a cortarem e doarem seus cabelos para a produção de perucas a pessoas em tratamento contra o câncer. Essa campanha foi intensificada também em Caçapava do Sul.

A proposta é mobilizar as policiais militares femininas da Brigada Militar a cortarem e doarem mechas de seus cabelos para a confecção de perucas oferecidas a pessoas em tratamento contra o câncer. Receberão o material bruto diversas entidades parceiras da Brigada Militar, como a Associação de Apoio a pessoas com Câncer, hospitais e ONGs que fazem o encaminhamento desse material para a confecção das perucas. 

Para possibilitar a realização da iniciativa, vários estabelecimentos e profissionais que cuidam da beleza dos cabelos já se juntaram à Brigada Militar para oferecer cortes sem custo às voluntárias.  

Em Caçapava do Sul a campanha acontece no salão de beleza do Tiago Araújo Hair, localizado na rua Lúcio Jaime 639. Já são mais de 150 mechas arrecadas através do salão para a campanha.  A soldado Tereza Cristina Leal dos Santos foi uma das brigadianas que fez a doação.

Aposta de Caçapava do Sul ganha R$ 76 mil na Mega-Sena

 Nesta quarta-feira, dia 09, uma aposta de Caçapava do Sul faturou R$ 76,8 mil na Mega-Sena ao acertar cinco dezenas. Outra aposta, feita via canal eletrônico, faturou R$ 1,3 mil.

 Já um bolão de Cachoeira do Sul garantiu R$ 3,9 mil. A informação é do jornal O Correio de Cachoeira do Sul.

A aposta do prêmio de R$ 76,8 mil foi realizada em uma das lotéricas da cidade.

 

Fonte: O Correio

terça-feira, 8 de agosto de 2023

Saiba como vai funcionar o real digital

 


A implementação da versão virtual do real deu mais um passo na segunda-feira (7), quando o BC (Banco Central) anunciou que a moeda digital brasileira se chamará Drex.  

Com a plataforma em fase de testes desde março e as primeiras operações simuladas previstas para setembro, o real digital pretende ampliar as possibilidades de negócios e estimular a inclusão financeira. Tudo em um ambiente seguro e com mínimas chances de fraudes.

A ideia, segundo o BC, é que o Drex seja usado no atacado para serviços financeiros, funcionando como um Pix – sistema de transferências instantâneas em operação desde 2020 – para grandes quantias e com diferentes finalidades. O consumidor terá de converter reais em Drex para enviar dinheiro e fazer o contrário para receber.
Confira como vai funcionar a nova moeda digital oficial do País:

O que é o Drex?
Também chamado de real digital, o Drex funcionará como uma versão eletrônica do papel-moeda, que utiliza a tecnologia blockchain, a mesma das criptomoedas. Classificada na categoria Central Bank Digital Currency (CBDC, Moeda Digital de Banco Central, na sigla em inglês), a ferramenta terá o valor garantido pela autoridade monetária. Cada R$ 1 equivalerá a 1 Drex.
Considerado à prova de hackers, o blockchain é definido como uma espécie de banco de dados ou de livro-razão com dados inseridos e transmitidos com segurança, rapidez e transparência. Sem um órgão central de controle, essa tecnologia funciona como uma espécie de corrente de blocos criptografados, com cada elo fechado depois de determinado tempo. Nenhuma informação pode ser retirada ou mudada porque todos os blocos estão conectados entre si por senhas criptografadas.

Qual a diferença em relação às demais criptomoedas?
As criptomoedas obedecem à lei da demanda e da oferta, com o valor flutuando diariamente, como uma ação de uma empresa. Sem garantia de bancos centrais e de governos, a cotação das criptomoedas oscila bastante, podendo provocar perdas expressivas de valor de um dia para outro.

Atrelado às moedas oficiais, o CBDC oscila conforme a taxa diária de câmbio, determinada pelos fundamentos e pelas políticas econômicas de cada país. A taxa de câmbio, no entanto, só representa diferença para operações entre países diferentes. Para transações internas, o Drex valerá o mesmo que o papel-moeda.
Outra diferença em relação às criptomoedas está no sistema de produção. Enquanto moedas virtuais como Bitcoin, Ethereum e outras podem ser “mineradas” em um computador que resolve algoritmos e consome muita energia, o Drex será produzido pelo Banco Central, com paridade em relação ao real.

Qual a diferença do Drex para o Pix?
Embora possa ser considerado primo do Pix, por permitir pagamentos instantâneos entre instituições financeiras diferentes, o Drex funcionará de maneira distinta. No Pix, a transferência ocorre em reais e obedece a limites de segurança impostos pelo BC e pelas instituições financeiras. No Drex, a transferência utilizará a tecnologia blockchain, a mesma das criptomoedas. Isso permitirá transações com valores maiores.

Que serviços poderão ser executados com o Drex?
Serviços financeiros em geral, como transferências, pagamentos e até compra de títulos públicos. Os consórcios habilitados pelo Banco Central poderão desenvolver mais possibilidades, como o pagamento instantâneo de parcelas da casa própria, de veículos e até de benefícios sociais, conforme anunciado pelo consórcio formado pela Caixa Econômica Federal, a Microsoft do Brasil e a bandeira de cartões de crédito Elo.

O Drex permitirá o uso de contratos inteligentes. No caso da venda de um veículo, não haveria a discussão se caberia ao comprador depositar antes de pegar o bem ou se o vendedor teria de transferir os documentos antes de receber o dinheiro. Todo o processo passará a ser feito instantaneamente, por meio de um contrato automatizado, reduzindo o custo com burocracias, intermediários e acelerando as operações.

Como se dará o acesso ao Drex?
Prevista para chegar ao consumidor no fim de 2024 ou início de 2025, o Drex só funcionará como uma moeda de atacado, trocada entre instituições financeiras. O cliente fará operações com a moeda digital, mas não terá acesso direto a ela, operando por meio de carteiras virtuais.

O processo ocorrerá da seguinte forma: primeiramente, o cliente (pessoa física ou empresa) deverá depositar em reais a quantia desejada em uma carteira virtual, que converterá a moeda física em Drex, na taxa de R$ 1 para 1 Drex. Essas carteiras serão operadas por bancos, fintechs, cooperativas, corretoras e demais instituições financeiras, sob a supervisão do BC. Novos tipos de empresas com carteira virtual poderão ser criados, conforme a evolução da tecnologia.

Após a tokenização (conversão de ativo real em ativo digital), o cliente poderá transferir a moeda digital, por meio da tecnologia blockchain. Caberá ao receptor converter os Drex em reais e fazer a retirada.

A tokenização pode ser definida como a representação digital de um bem ou de um produto financeiro, que facilita as negociações em ambientes virtuais. Por meio de uma série de códigos com requisitos, regras e processos de identificação, os ativos (ou frações deles) podem ser comprados e vendidos em ambientes virtuais.
Testes

Em março, o BC escolheu a plataforma Hyperledger Besu para fazer os testes com ativos de diversos tipos e naturezas. Essa plataforma tem baixos custos de licença e de royalties de tecnologia porque opera com código aberto (open source).
Em junho, o BC escolheu 16 consórcios para participar do projeto piloto. Eles construirão os sistemas a serem acoplados ao Hyperledger Besu e desenvolverão os produtos financeiros e as soluções tecnológicas. A lista completa de entidades selecionadas pelo Comitê Executivo de Gestão está no site do BC.

Previstos para começarem em setembro, os testes com os consórcios ocorrerão com operações simuladas e testarão a segurança e a agilidade entre o real digital e os depósitos tokenizados das instituições financeiras. A testagem será feita em etapas até pelo menos fevereiro do próximo ano, quando ocorrerem operações simuladas com títulos do Tesouro Nacional.


Ativos

Os ativos a serem testados no projeto piloto serão os seguintes: depósitos de contas de reservas bancárias; depósitos de contas de liquidação; depósitos da conta única do Tesouro Nacional; depósitos bancários à vista; contas de pagamento de instituições de pagamento e títulos públicos federais.

 

O Sul