Na manhã desta quinta-feira, dia 17, uma comitiva de Caçapava do Sul, composta pelo Prefeito Giovani Amestoy, o Presidente da Câmara, Marquinhos Vivian, a Secretária Geral Cassia Freitas, e os vereadores Ricardo Rosso, Mariano Teixeira, Alex Vargas e Silvio Tondo, além do Presidente Municipal do PP, Ilson Tondo, estiveram reunidos com o Chefe de Gabinete da Casa Civil do Estado, João Carlos Mocellin, para tratar da liberação do convênio para recuperar a avenida Lima e Silva.
Na audiência participaram também os Deputados Estaduais, Juvir Costella e Vilmar Zanchin, além dos Assessores dos Deputados Pedro Westphalen, Ernani Polo e Sergio Turra. O Caçapavano Carlos Carvalho também esteve na reunião.
A reunião foi para pressionar o Governo do Estado a liberar os recursos para Caçapava do Sul que vise a revitalização asfáltica da avenida Lima e Silva, já que em fevereiro deste ano o então Secretário dos Transportes do Estado, Pedro Westphalen, colocou a disposição de Caçapava o projeto de acesso aos municípios através de convênio com o Estado, onde o Governo paga 80% da obra, que representa cerca de R$ 700 mil. O processo tramita normalmente no DAER, foi aprovado pela Assessoria Jurídica do órgão e pelo corpo técnico, além de ter orçamento reservado para o convênio, faltando apenas o Estado pagar.
O Estado tinha disponibilizado para esses convênios cerca de R$ 60 milhões, para o Governo pretende pagar apenas 30% dessas obras, portanto, a partir de agora não é mais uma questão técnica e sim política.
A Casa Civil informou que está analisando todos os processos e que o projeto de Caçapava está tramitando dentro do DAER e possivelmente em alguns dias terá uma deliberação. Na sequencia, a comitiva foi até a Assembleia Legislativa para conversar com o Presidente da Casa, Deputado Marlon Santos, para pedir apoio ao convênio.
Mais tarde novas informações
quinta-feira, 17 de maio de 2018
quarta-feira, 16 de maio de 2018
CRVA é reaberto nesta quarta-feira, dia 16
Emplacamentos e outros serviços referentes a veículos podem ser feitos em Caçapava do Sul. É que o Centro de Registros de Veículos Automotores (CRVA) reabriu nesta quarta-feira, dia 16, na avenida Presidente Kennedy, 585.
O horário de atendimento é das 9h15min às 16h45min, sem fechar ao meio dia. O telefone para contato é (55) 3281-3541.
O CRVA de Caçapava havia fechado no dia 31 de março de 2018, devido o responsável ter sido aprovado em um concurso público. Por este motivo, houve a necessidade de celebração de um novo contrato do CRVA com o Detran-RS.
A prerrogativa iniciou no dia 17 de abril. Após, o Detran indicou a necessidade de complementação de documentos e foi procedido de imediato. Concluída esta etapa, aguardou-se a homologação do contrato que ocorreu na terça-feira, dia 15 de maio.
A nova responsável pelo CRVA passa a ser a Registradora Designada Monscirrac Moraes do Amaral que substitui Rodrigo Amaral, que assumiu o cargo de Tabelião em Santo Expedito do Sul.
Com isso, não há mais a necessidade da população se deslocar até São Sepé onde estava sendo feito os emplacamentos e serviços referentes a veículos.
O horário de atendimento é das 9h15min às 16h45min, sem fechar ao meio dia. O telefone para contato é (55) 3281-3541.
O CRVA de Caçapava havia fechado no dia 31 de março de 2018, devido o responsável ter sido aprovado em um concurso público. Por este motivo, houve a necessidade de celebração de um novo contrato do CRVA com o Detran-RS.
A prerrogativa iniciou no dia 17 de abril. Após, o Detran indicou a necessidade de complementação de documentos e foi procedido de imediato. Concluída esta etapa, aguardou-se a homologação do contrato que ocorreu na terça-feira, dia 15 de maio.
A nova responsável pelo CRVA passa a ser a Registradora Designada Monscirrac Moraes do Amaral que substitui Rodrigo Amaral, que assumiu o cargo de Tabelião em Santo Expedito do Sul.
Com isso, não há mais a necessidade da população se deslocar até São Sepé onde estava sendo feito os emplacamentos e serviços referentes a veículos.
Prefeitura e Câmara unem forças para liberação dos recursos da Lima e Silva
Na manhã desta quarta-feira, dia 16, o Prefeito Giovani
Amestoy esteve reunido com os vereadores Marquinhos Vivian, Silvio Tondo,
Ricardo Rosso, Alex Vargas, Jussarete Vargas, Paulo Pereira e Mariano Teixeira,
para unir forçar e pressionar o Governo do Estado na liberação dos recursos
para a avenida Lima e Silva. A Secretária Geral, Cassia Freitas e o Secretário
de Planejamento, Flávio Monteiro também participaram do encontro.
No início do ano, o Secretário de Transportes do Estado,
Pedro Westhpalen, colocou no plano de ação de acesso aos municípios o projeto
de recuperação da avenida Lima e Silva, através de um convênio entre Estado e
Prefeitura, onde o Governo libera 80% da obra e o município 20%. O encaminhamento
foi feito pelas bancadas do PP e PMDB, com o apoio do Prefeito em exercício na
época, Luz Carlos Guglielmin.
A Prefeitura fez o projeto e enviou ao DAER para seguir com
o processo. A tramitação segundo o Prefeito dentro da Secretaria dos
Transportes está normal, mas a documentação precisa estar finalizada até o dia
07 de julho para liberação do recurso.
Mas a audiência com os vereadores foi para informar que após
reunião do Prefeito no Palácio Piratini, o Governo disse que não tem o recurso para todos os projetos aprovados,
que somam R$ 60 milhões, onde a tendência é que o Estado libere apenas 30%
deste valor, ou seja, a pressão agora deve ser política.
“ Estive no DAER e o projeto está andando normalmente e já
foi aprovado, faltando apenas a liberação pelo Conselho do DAER, mas após
reunião com o Governador José Ivo Sartori fiquei preocupado porque o Estado não
tem todo o dinheiro e vai liberar apenas alguns, por isso, que temos que
pressionar politicamente”, disse o Prefeito.
Nesta quinta-feira, dia 17, uma comitiva de Caçapava,
formada pelos vereadores e o Prefeito irão a Porto Alegre para uma reunião na
Casa Civil, na Secretaria do Transportes e na Assembleia Legislativa, para
agilizar o processo no DAER e fazer com que Caçapava esteja nos projetos liberados
pelo Estado, que serão esses 30%.
“ A Câmara fez a sua parte e a Prefeitura também, o
Secretário dos Transportes na época colocou o projeto no DAER e está tramitando
normalmente no órgão, faltando apenas a o Estado liberar o recurso, por isso,
que temos que pressionar porque até o dia 07 de julho a licitação precisa estar
pronta”, disse o Presidente da Câmara.
A primeira reunião da comitiva nesta quinta-feira, será as
10h na Casa Civil do Palácio Piratini, na sequencia na AL e no DAER.
terça-feira, 15 de maio de 2018
Cavalo crioulo: Caçapavano Ricardo Gonçalves conquista terceiro lugar em Cachoeira do Sul
Foto: Guilherme Félix/Divulgação de Ricardo Gonçalves
Aconteceu, em Cachoeira do Sul, no final de semana (dias 12 e 13 de maio), uma prova, chamada “Doma de Ouro” (doma de 21 dias), para cavalos da raça crioula.
De Caçapava do Sul, região da campanha, participou o criador Ricardo Gonçalves, com a égua “Belinha da Dom Romarino”. O evento reuniu cerca de 34 participantes no sábado, sendo que, no domingo, apenas 14 foram classificados para a final.
Com uma prova de paleteada na final, o caçapavano alcançou o prêmio e a colocação de terceiro lugar, com o ginete Denison Santos, do CT Denison Santos. “Foi um resultado ótimo, pois o nível de exigência era bem alto. Estou contente e satisfeito, bem feliz”, comentou Ricardo, em entrevista ao jornal A Palavra Regional e portal CaçapavaOnline. Ainda, Ricardo agradeceu ao CT Denison Santos.
Fonte: A Palavra
Câmara recebe o relatório da Vigilância Sanitária sobre inspeção no Abrigo Bem Me Quer
A Vigilância Sanitária de Caçapava do Sul e da 8ª Coordenadoria Regional de Saúde realizaram uma inspeção no Abrigo Bem Me Quer no dia 16 de março de 2018. O Abrigo acolhe crianças e adolescentes sob a responsabilidade da justiça e do Município.
Na época, foi feito a divulgação da vistoria dos fiscais e informado que a cozinha do local havia sofrido uma interdição cautelar para ajustar os apontamentos feitos pela Vigilância. Na mesma semana o vereador Luis Fernando Torres fez um pedido de informação solicitando cópia do laudo da Vigilância Sanitária.
Na última semana, o Legislativo recebeu o documento oficial da Prefeitura com a cópia do laudo da Vigilância Sanitária do Município e do Estado, onde consta todos os apontamentos feitos pelos fiscais no abrigo. Este relatório foi apresentado à imprensa na sexta-feira.
Na época, a direção do Abrigo informou que a fiscalização da Vigilância foi importante para saber o que precisa ser adequado dentro da instituição.
Ao todo a vigilância apontou 94 falhas no Abrigo. Veja os principais itens que devem ser corrigidos no local:
Estrutura organizacional
- Não possui plano de trabalho
- Não foi apresentado registro das diárias da instituição
- Não foi apresentado comprovante de vacinação de todos os internos
- Não apresentaram certificado do Corpo de Bombeiros, nem do curso de prevenção de incêndio.
- Não apresentou projeto político pedagógico
Estrutura Física e instalações
- Alojamentos não estão em condições adequadas de higiene e salubridade
- Paredes com sujidades
- Colchões sem condições de uso
- Mobiliários sem condições de uso
- As tomadas internas não apresentam proteção e altura adequada para evitar acidentes
- Refeitório não atende à capacidade prevista de abrigados
- Presença de mobiliários sem condições de uso
- Presença de entulhos na área externa com riscos de acidentes
Instalações Sanitárias
- Não possui identificação nas escovas dentais
- Sanitários não apresentavam condições de higiene satisfatórias
Serviço de Nutrição e Dietética
- Não possui nutricionista como responsável técnico pelas atividades de alimentação
- Piso e parede com sujidades
- Utensílios insuficientes, com falta de higiene e conservação e sem condições de uso
- Não apresentou cardápio atualizado e disponível
- Descongelamento inadequado dos produtos perecíveis
- Mal acondicionamento dos alimentos em geral – em produtos com embalagens abertas e sem identificação
- Alimentos com prazo de validade expirado
- Ausência de despensa para estoque de alimentos
- Ausência de registros das operações de limpeza das instalações e equipamentos, datados e rubricadas
- Más condições de higiene dos panos de cozinha
- Alimentos preparados prontos para o consumo mantidos em temperatura ambiente e armazenados de forma inadequada
- Hortifrutigranjeiros não são higienizados como preconiza a legislação
Funcionários
- Número de funcionários insuficiente em relação ao número de internos e atividades diárias desta instituição
- Monitores insuficientes para a quantidade de alojados
- Não foi apresentado atestado de saúde dos funcionários
- Ausência de vestiários e banheiros separados por sexo
- Não possui funcionário para realizar a higienização
-Não foi apresentado comprovante de vacinação dos funcionários
Farmácia e medicamentos
- Não existe local apropriado para guarda de medicamentos e os mesmos não estão sob guarda de Responsável Técnico.
- Medicamentos sujeitos a controle especial encontrava-se em armário não chaveado
- Não apresentou registro de controle de validade dos medicamentos administrados aos residentes.
Depósito de material de limpeza
- Localizado em local inadequado
- Saneantes armazenados de forma inadequada
Lavanderia
- Não apresentou rotina para desinfecção de roupas
- Presença de mofo e umidade
- Não apresentou POPs para processamento de roupas
Alojamentos
- Camas insuficientes para o número de abrigados
- Roupas, toalhas e lençóis armazenados de forma inadequada
- Berços em quantidade insuficiente
- Carros de Bebê em quantidade insuficiente
- Cortinas com sujidades e sem manutenção.
Esses foram alguns itens apontados pelos fiscais, que devem retornar ao local para nova averiguação e acompanhar as mudanças. Assinaram o laudo três fiscais da Vigilância de Caçapava do Sul e três da Coordenadoria Estadual de Cachoeira do Sul
O que diz a direção do Abrigo
A direção do Abrigo Bem Me Quer informou que solicitou a fiscalização. Considerou positiva, pois apontou o que precisa ser feito para melhorar a situação do Abrigo. Também frisou que presa por um trabalho de qualidade e não de quantidade, e que busca atender todas as medidas legais, mas alguns são mais demorados porque dependem de licitação.
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