sábado, 4 de novembro de 2017

Vereadores aguardam publicação de norma técnica que aumentaria recursos para o serviço de Oncologia

Os vereadores que foram a Cachoeira do Sul nesta semana para tratar do atendimento de Oncologia no Hospital de Caridade Beneficência (HCB),  relativo aos pacientes de Caçapava do Sul, concederam entrevista a Rádio Caçapava nesta sexta-feira, dia 03, onde informaram que farão uma solicitação formal ao Poder Executivo para seja pago os valores excedentes relativo aos pacientes de Caçapava do Sul que fazem tratamento oncológico na cidade vizinha, que é referência na região, além de aguardarem para os próximos dias um aumentos nos repasses da União para este tratamento.
Segundo os vereadores Luis Fernando Torres, Silvio Tondo, Marquinhos Vivian e José Sidnei Menses (Pirola), o  Governo Federal repassa ao HCB cerca de R$ 133 mil por mês para o tratamento de câncer de pacientes de 12 municípios, mas segundo o Hospital o valor gasto mensalmente é de R$ 400 mil. Com isso, Cachoeira do Sul está solicitando que até o final do ano os municípios referenciados no HCB paguem esta diferença, com valores de acordo com o número de pacientes atendidos por cidade.
Segundo o Prefeito de Cachoeira do Sul, Sergio Ghignatti , dos 12 município referenciados, 11 concordaram em pagar a diferença até o final do ano para depois cobrar na justiça da União esses valores, ficando somente Caçapava de fora deste pagamento extra.
Com esta medida, o HCB informou que vai continuar atendendo normalmente os pacientes de Caçapava, mas não de forma ilimitada como era antes, porque dos R$ 133 mil repassados, R$ 22 mil são para os pacientes de Caçapava. Isso significa que Cachoeira continuará recebendo os caçapavanos até chegar no teto dos R$ 22 mil, sem atendimentos excedentes. Desta forma, após chegar no limite estabelecido, a Prefeitura de Caçapava terá que encaminhar os pacientes para outros municípios através da regulação do Estado ou pagar pelo consórcio.
Os vereadores informaram, que de acordo com os dados do Hospital, no mês de agosto o custo com os pacientes caçapavanos chegou a R$ 83 mil, ou seja, R$ 60 mil a mais do que o Governo Federal repassa. Os vereadores estavam aguardando para esta sexta-feira, dia 03, uma norma técnica do Ministério da Saúde onde aumentaria o repasse para Hospital e como consequência diminuiria o pagamento extra dos municípios através do consórcio e também aumentaria o teto de Caçapava do Sul.
Até o meio dia a norma técnica não havia sido publicada, mas os vereadores aguardam para a próxima semana. Os parlamentares farão um requerimento na sessão do dia 07 de novembro, solicitando formalmente que a Prefeitura pague os atendimentos excedentes.
“ Estamos tristes por este fato estar acontecendo, principalmente porque  Caçapava foi a única cidade da região que não quis pagar os valores a mais correspondentes aos nossos pacientes, somente agora depois de tudo vir a tona que o Prefeito informou em sua nota oficial que vai procurar o TCE para saber da legalidade do pagamento extra, enquanto isso os pacientes ficam aguardando um desfecho, porque se ficar neste teto, muitos pacientes serão enviados a outros municípios ou esperar para o outros mês. Mas aguardamos este aumento de verba da União para o HCB e torcemos que o Prefeito aceite a pagar o extra pelo consórcio”, disse o vereador licenciado para o tratamento de Câncer, José Sidnei Menese (Pirola).
“ Apresentamos todos os documentos hoje na entrevista provando que não estávamos inventando nada como foi dito nas redes sociais, jamais iriamos brincar com uma coisa série dessas, mas o que está faltando é responsabilidade para algumas pessoas que ao invés de tentar resolver o problema ficam falando dos outros. Quando saiu a entrevista do Prefeito de Cachoeira dizendo que Caçapava era a única cidade que não iria pagar os valores a mais, o nosso Presidente ligou para o Prefeito de Caçapava para relatar o fato e ele disse ao Presidente que não iria pagar, então corremos atrás para saber os detalhes e entrar em ação. Quem nos passou as informações foi o Provedor do Hospital e a Prefeitura de Cachoeira”, disse Boca Torres

“ Em nenhum momento falamos que o serviço seria interrompido, falamos  da suspensão dos atendimentos por parte do Hospital após chegar no teto de R$ 22 mil, após o HCB não irá receber mais os pacientes de Caçapava e ficará a cargo da Prefeitura enviar esses pacientes para outro lugar através da central de regulação ou pelo consórcio. Segundo informações do Prefeito de Cachoeira e confirmada pelo Prefeito Giovani, Caçapava não iria pagar os valores extras, como a própria Prefeitura confirma em nota dizendo que irá procurar o TCE para saber da legalidade deste pagamento, cujo os outros municípios já estão fazendo. Por tanto, vamos tomar cuidado com o que falamos e fazer mais pela cidade, todas as nossas informações estão gravadas e comprovadas com documentação. Estamos torcendo que a União aumente este valor e que o Prefeito pague os excedentes”, finalizou Silvio Tondo.

Confira neste link a matéria publicada pelo Jornal do Povo de Cachoeira do Sul sobre o tema: https://www.jornaldopovo.com.br/site/noticias/266180/Prefeito_de_Cacapava_do_Sul_vai_denunciar_ao_TCE_cobranca_da_oncologia.html

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Faltando dois dias para o Enem, muitos candidatos ainda não consultaram seu local de prova

A dois dias do primeiro domingo de provas do Exame Nacional do Ensino Médio, 20% dos candidatos inscritos ainda não consultaram seus locais de prova. Os estudantes de todo o Brasil que farão a prova devem ficar atentos aos locais para evitar contratempos, já que os portões serão fechados impreterivelmente às 13h, horário de Brasília, deste domingo (5).
Até as 13h26 desta sexta-feira (3), cerca de 5,25 milhões de pessoas já haviam verificado o local agendado para o exame, o que corresponde a quase 78% dos candidatos. Com isso, pouco mais de 22% dos 6,7 milhões de estudantes ainda precisam anotar o endereço da prova, que pode ser consultado no site http://sistemasencceja3.inep.gov.br/localdeprova/.
A organização e o planejamento para os dois dias de prova requerem cuidado com detalhes básicos, mas que podem acarretar atrasos se não forem conferidos previamente, como documentos pessoais, caneta esferográfica de tinta preta e a checagem do meio de transporte que será utilizado, como horário de metrô e ônibus.

Neste ano, o Enem será realizado em dois domingos: 5 e 12 de novembro . No primeiro domingo (5) serão aplicadas as provas de linguagens, ciências humanas e redação, com 5 horas e 30 minutos de duração. No segundo domingo (12), vão ser realizadas as provas de matemática e ciências da natureza, com 4 horas e 30 minutos de duração. Nos dois dias, o candidato que sair da sala até duas horas após o início da prova terá sua nota zerada.
Os estudantes que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) devem ficar atentos ao material que precisam levar no dia da prova e ao que não é permitido durante a aplicação do exame. No dia da prova, é obrigatório apresentar um documento oficial de identificação com foto.
O documento pode ser a carteira de identidade, carteira de motorista, carteira de trabalho, carteira de reservista ou passaporte. A carteira de estudante não será aceita como documento oficial. Também não serão aceitas cópias, nem mesmo as autenticadas.
Se o candidato perdeu ou teve o documento roubado, deverá apresentar um boletim de ocorrência expedido por órgão policial há, no máximo, 90 dias do primeiro domingo de aplicação do Enem – dia 5 de novembro.
Para fazer as provas, a redação e preencher o cartão de respostas o candidato terá de usar caneta esferográfica de tinta preta, fabricada com material transparente. Outra cor de tinta impossibilita a leitura óptica do cartão de respostas.
O cartão de comprovação de inscrição, que deve ser impresso na página do Enem, não é obrigatório, mas é recomendável levar para ter acesso mais fácil a dados como o local e a sala da prova. Quem precisar comprovar sua presença na prova, para apresentar no trabalho, por exemplo, deve levar a declaração de comparecimento impressa e colher a assinatura do coordenador no dia da prova. O formulário está disponível na Página do Participante.
Lanches são permitidos, mas os alimentos industrializados, como biscoitos, salgadinhos e iogurte precisam estar com as embalagens lacradas. Todos serão vistoriados antes do ingresso na sala.
Itens proibidos
Não é autorizado o uso de celular ou de qualquer aparelho eletrônico durante as provas. Os aparelhos terão de ser colocados em um porta-objetos com lacre, que deverá ficar embaixo da cadeira até o final das provas.
O candidato também não poderá usar lápis, lapiseira, borrachas, livros, manuais, impressos, anotações, óculos escuros, boné, chapéu, gorro e similares e portar armas de qualquer espécie, mesmo com documento de porte. Se estiver com um desses objetos, eles deverão ser colocados no porta-objetos.
Atenção
Neste ano, pela primeira vez será usada a prova personalizada, com os cadernos de questões e o caderno de respostas identificados com nome e número de inscrição do participante. Ao receber a prova, o candidato deverá verificar se o caderno de questões e o cartão de respostas têm a mesma quantidade de itens, se o nome está correto e se não há defeito gráfico.
O aluno poderá deixar o local duas horas depois do início da prova. Só é possível sair com o caderno de questões nos últimos 30 minutos antes do fim das provas.
Segurança
Neste ano, serão usados 67 mil detectores de metal durante o Enem, um para cada 100 participantes. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), esse número garante a vistoria dos participantes na entrada e na saída de todos os banheiros das 13.632 coordenações de local de aplicação. Neste ano também serão usados detectores de ponto eletrônico.
Itens Proibidos no dia da prova:
    Lápis
    Chaves
    Livros
    Manuais
    Borracha
    Anotações
    Boné, chapéu, viseira, gorro ou similares
    Fones de ouvido ou qualquer transmissor, gravador ou receptor de dados, imagens, vídeos e mensagens
    Impressos
    Lapiseira
    Óculos escuros
    Caneta de material não transparente
    Dispositivos eletrônicos (calculadoras, agendas eletrônicas ou similares, telefones celulares,smartphonestabletsipodspen drives, mp3 ou similares, gravadores, relógios, alarmes).
Fonte: Agência Brasil

Votorantim Metais agora é Nexa, uma empresa global de mineração

Da união da Votorantim Metais, empresa líder de mineração de zinco no Brasil, e a Milpo, líder no Peru, surge a Nexa Resources. A nova marca simboliza o momento de expansão e de integração das empresas, preservando consigo o legado de cada uma. O lançamento da marca ocorreu com a abertura de capital nas bolsas de Nova Iorque, nos Estados Unidos, e de Toronto, no Canadá. 
“A Nexa nasce como líder de zinco na América Latina e pronta para ser um dos grandes competidores no mercado global. Não perderemos, porém, o nosso DNA Votorantim, com os valores e crenças que nos trouxeram até aqui. Seguiremos sendo uma empresa Votorantim SA e valorizamos essa história”, afirma o CEO Tito Martins.
A abertura de capital nas bolsas de Nova Iorque e Toronto contribui para a capitalização da Nexa, viabilizando novos investimentos. “Grande parte do valor captado será aportado nos nossos projetos de extração mineral, tanto no estágio greenfield quanto brownfield. Isso trará crescimento para a empresa, geração de empregos e desenvolvimento local”, comenta o CEO.
A mudança de marca não tem qualquer efeito direto nas operações da companhia. No Brasil, a Nexa tem cinco unidades, todas localizadas em Minas Gerais. São duas de mineração, em Vazante e Paracatu, duas de metalurgia, em Três Marias e Juiz de Fora, e uma de produção de ácido sulfúrico, em Fortaleza de Minas. No Peru, a empresa possui uma metalurgia, em Cajamarquilla, e três minerações: El Porvenir e Atacocha, na região de Pasco, e Cerro Lindo, em Ica.
“Não haverá alteração no relacionamento com as comunidades e públicos de relacionamento. A marca Nexa nasce com o compromisso de buscar um crescimento sustentável e manter íntegros todos os atributos das marcas Votorantim Metais e Milpo, como a responsabilidade socioambiental e o desenvolvimento das localidades em que estamos presentes, estimulando o fortalecimento de outras cadeias produtivas”, esclarece Martins. 

Por que Nexa? 
Nexa é a combinação em inglês de Next Future, Excellence, Extraction e Nexus. O nome remete a uma mineradora que pensa e cria o amanhã e contribui para uma sociedade mais desenvolvida, realizando a extração dos minérios de forma responsável e eficiente. A referência ao termo nexo ajuda a simbolizar o sentido e o valor do que a empresa faz. 
“Nosso posicionamento é ser uma mineradora global, que usa da sua inteligência e expertise para desenvolver uma mineração cada dia melhor”, explica Arlene Domingues, diretora de Recursos Humanos e Corporate Affairs.

A definição da própria Nexa 
Somos Nexa. 
Uma mineradora global que faz parte do Grupo Votorantim e do dia a dia da sociedade. 
Do cobre dos carros ao cobre dos celulares.
Do zinco das plantações ao zinco dos aviões.
Desde 1956 atuamos no mercado de metais não ferrosos. Hoje, crescemos e somos uma das principais mineradoras do mundo todo. Temos ações negociadas nas bolsas de Nova Iorque e Toronto sob o símbolo que é exatamente o nosso nome: (NEXA).
Acreditamos que, quando extraímos o melhor do presente, criamos um futuro melhor para todos nós.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Polícia Civil prende homem com revólver no centro da cidade

A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira, 31, um homem, no Centro de Caçapava do Sul. O indivíduo estava foragido do Presídio Estadual de Caçapava do Sul.
Um revólver calibre 38 raspado foi apreendido com o indivíduo. Ele foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.

Serviço de oncologia em Cachoeira do Sul terá atendimento reduzido para pacientes de Caçapava

Na terça-feira (31) os vereadores, Luis Fernando Torres (PT), Marquinho Vivian (PMDB), Silvio Tondo (PP) e o vereador licenciado em tratamento de câncer, José Sidnei Menezes (Pirola-PP), estiveram em Cachoeira do Sul em reunião com Luciano Morschel, Administrador do Hospital de Caridade e Beneficência de Cachoeira do Sul, Roger Gomes, Secretário de Saúde de Cachoeira do Sul e também os advogados da procuradoria, para debater sobre a tramitação dos pagamentos referente ao tratamento de oncologia dos pacientes caçapavanos.
De acordo com vereadores, atualmente o Governo Federal repassa R$ 133 mil para o tratamento de oncologia no HCB, este valor é divido entre os 12 municípios referenciados: Arroio do Tigre, Cachoeira do Sul, Caçapava do Sul, Cerro Branco, Encruzilhada do Sul, Estrela Velha, Ibarama, Lagoa Bonita, Novos Cabrais, Passa Sete, Segredo e Sobradinho. Dentro deste valor pago pela União, o valor referente aos pacientes de Caçapava do Sul representa R$ 22 mil.
O administrador do Hospital de Caridade e Beneficência de Cachoeira do Sul, Luciano Morcher, relata que para custear todo o programa de oncologia e atender os 12 municípios o custo mensal é de aproximadamente R$ 400 mil, gerando um déficit mensal de aproximadamente de R$ 260 mil. Diante disso, os municípios e a administração do hospital se mobilizaram para buscar mais recursos junto da União. Segundo o Secretário de Saúde de Cachoeira do Sul, Roger Gomes, há cerca dois meses houve uma reunião com o Ministro de Saúde, onde foram todos os municípios atendidos pela cidade, porém Caçapava do Sul não enviou nenhum representante. Como o Governo Federal ainda não enviou nenhuma resposta sobre os repasses, o município de Cachoeira do Sul é que está pagando a conta da diferença dos valores. No mês de agosto, os 134 pacientes de Caçapava do Sul que estão em tratamento tiveram o custo de R$ 83 mil, mas como o repasse do Governo representa apenas R$ 22 mil, a diferença do valor, mais de R$ 60 mil, está sendo pago por Cachoeira do Sul.
Diante disso, os outros 11 municípios acordaram pagar a diferença do valor, até o final do ano, com o objetivo de não parar o tratamento dos pacientes, e após buscar na justiça o reembolso destes valores, ou até a União aumentar o repasse. Segundo Morschel e Gomes, Caçapava do Sul, foi o único município que se negou a pagar esta diferença que oscila a cada mês.
Com isso, os vereadores foram comunicados que, a partir de 1º de novembro, o HCB atenderá os pacientes de Caçapava do Sul até o momento que esgotar o valor original referente ao município, ou seja, os R$ 22 mil. Segundo o administrador do hospital, este valor representa o atendimento de 30 a 35 pacientes, ou seja, atualmente, cerca de 100 pessoas ficaram com o tratamento pendente. Foi explicado na reunião que, no momento em que chegar ao teto dos R$ 22 mil, o restante dos pacientes que não forem contemplados, a prefeitura de Caçapava do Sul terá que definir para onde os pacientes serão enviados ou aguardar o atendimento no próximo mês.
Os vereadores irão solicitar para a Secretaria de Saúde que o pagamento da diferença seja realizado pelo menos até o final do ano, pois os outros municípios irão pagar e buscar reaver o valor judicialmente da União.
“Todos concordaram que a responsabilidade é da União, mas não pode deixar as pessoas sem tratamento, com isso, queremos que o município pague emergencialmente pelo consórcio o valor referente aos pacientes caçapanos”, destacou Boca Torres.
“A situação de hoje é que os municípios precisam ajudar. Cachoeira do Sul não pode bancar pelos pacientes de Caçapava. O Governo Municipal e a Secretaria de Saúde precisam parar de brincar e levar mais à sério a saúde de Caçapava”, comentou Marquinho Vivian.
“É uma grande irresponsabilidade, não acredito que o prefeito seja capaz disso, é má administração, pois se apenas um paciente entrar na justiça em busca de atendimento o valor será muito mais alto para o município. Cachoeira não tem obrigação nenhuma de pagar por Caçapava, e isso só prova a má administração. Estão sendo incoerentes e irresponsáveis, brincando com a vida das pessoas. Não acredito que são capazes de uma ação destas, total descaso com a população”, desabafou José Sidnei Meneses, que há cinco anos está em tratamento contra o câncer.

O que diz a Prefeitura em matéria publicada em seu site nesta quarta-feira

O Prefeito Giovani Amestoy se reuniu nesta quarta-feira, 1º de Novembro, com o chefe de Gabinete da Casa Civil, Cezar Campos e o assessor especial, José de Moura, para tratar sobre os atendimentos de Oncologia em Caçapava do Sul. A Prefeitura informa que os atendimentos não serão interrompidos.

Na última reunião com os municípios atendidos pelo Hospital de Cachoeira do Sul, no início do mês de outubro, que é referência em Oncologia na região, foi acordado entre eles o rateio do valor para o atendimento de pacientes em tratamento, cujo valor já é repassado pela União através Sistema Único de Saúde (SUS).

“O Hospital de Cachoeira alega que o valor é insuficiente para dar continuidade ao atendimento. Na próxima semana me reunirei com o Presidente do Tribunal de Contas do Estado, Marco Peixoto, para ver a legalidade desta cobrança que nunca havia sido feita, haja vista que o hospital já recebe verba do SUS”, disse Amestoy, que também tem agenda marcada na terça-feira (07) na Secretaria de Saúde do Estado para discutir o caso.

Os municípios presentes acordaram em repassar o valor de R$20 mil mês, em média, correspondente ao número de pacientes atendidos. Para Caçapava do Sul, o valor será de mais de R$60 mil, haja vista o número de pacientes em tratamento, em média de 100 atendimentos mês, de acordo com levantamento da Secretaria de Saúde do Município.